Duna e a Ecologia como Política — uma leitura para 2026
Frank Herbert escreveu Duna em 1965 como um aviso sobre dependência energética, culto ao herói e manipulação religiosa. Em 2026, a mensagem nunca foi tão literal. Lemos o livro como se fosse um manual — e ficamos preocupados.
Ler análise completaDuna e a Ecologia como Política — uma leitura atual
Herbert escreveu Duna como um aviso sobre dependência energética e culto ao herói. Em 2026, a mensagem nunca foi tão literal.
1984: Como a linguagem destrói o pensamento crítico
A Novilíngua de Orwell não é só ficção. Analisamos os mecanismos linguísticos que reduzem vocabulário para reduzir dissidência.
A sintaxe do desconforto — Clarice Lispector
Lispector escreve contra a gramática porque a gramática não comporta o que ela quer dizer. Uma análise linha a linha do seu estilo inimitável.
Tolkien e a arte de criar mundos: lições para escritores
O que torna a Terra-Média mais convincente do que muitos países reais? Decompomos a metodologia de worldbuilding de Tolkien.
Grande Sertão: Veredas e a língua como universo
Rosa não escreve em português. Escreve em "rosiano" — e isso não é defeito, é a obra inteira. Uma análise da linguagem que cria o sertão.
Jane Austen e a ironia como arma social
Austen parece escrever romances de casamento. Na verdade, escreve manifestos sobre a opressão velada das mulheres na era Regência.